A Samsung anunciou esta semana o início da produção em massa de um novo tipo de memória RAM para celulares e tablets. A grande vantagem é que essa tecnologia trará um desempenho mais próximo ao das memórias presentes em computadores e notebooks.
samsung-logo-001
A chamada memória LPDDR3 terá construção de 20 nanômetros. Comparado às atuais de 30 nm, os componentes do chip serão menores e mais eficientes, o que se traduz em mais velocidade e até 20% menos consumo de energia. Ou seja: seu celular pode ter melhor desempenho sem sacrificar mais tempo de bateria.
A Samsung promete uma taxa de transmissão de dados da até 2.133 Mbps por pino, o que é o dobro do que se encontra nos smartphones mais avançados de hoje. Isso permitiria, por exemplo, transmitir três vídeos em FullHD, totalizando 17 Gb, em apenas um segundo.
A previsão é de que a nova memória LPDDR3 chegue ao mercado já no próximo ano, trazendo uma melhora significativa de desempenho nos smartphones e tablets.
Fonte: Techtudo
Rede social precisa de tempo e espaço para testar a novidade, e a Apple não oferece esta liberdade
Reprodução
Facebook Home


Nesta quinta-feira, 4, Mark Zuckerberg anunciou o 'Facebook Home', uma versão customizada doAndroid que torna a rede social o item mais importante do smartphone. A novidade foi bem recebida pelos usuários da plataforma do Google, mas gerou uma dúvida: por que o 'Home' não está no iOS da Apple?

O site GigaOm ficou de olho nas entrevistas concedidas pelo CEO após o anúncio do 'Home' e conseguiu responder parte desta questão. De acordo com a publicação, a relação entre oFacebook e a Apple não é tão próxima quanto parece, apesar das boas integrações entre o sistema operacional da maçã e o site de relacionamento.

Em uma entrevista à Fortune, Zuckerberg disse que adoraria ter o 'Home' no iPhone, mas "não conseguiria fazer isto atualmente". O cofundador do site informou que irá trabalhar com a Apple para oferecer uma melhor experiência aos usuários, mas não entrou em detalhes.

O empresário ainda disse à Wired que o time de Cupertino, ou seja, a Apple, tem filosofias bem diferentes de sua equipe. Segundo ele, a fabricante do iPhone prefere lançar seus produtos perfeitos, sem futuras correções, e oFacebook precisa de espaço e tempo para testar o 'Home'.

Apesar do Google e Facebook serem rivais na área de redes sociais, a companhia de Zuckerberg é mais parecida com a concorrente do que com a maçã.

"Nós temos um bom relacionamento com a Apple, mas eles querem desenvolver toda a experiência sozinhos. Nós e o Google temos nossas diferenças, mas estamos alinhados na filosofia de sermos abertos", concluiu.
SimSensei analisa linguagem corporal do paciente para realizar diagnóstico psiquiátrico


Devido a seus games interativos, o Kinect já é usado em clínicas e hospitais como item fisioterapêutico. Uma novidade norte-americana foi além do corpo e fez do console um método psicoterapêutico, o SimSensei.

O equipamento foi desenvolvido pelo Instituto de Tecnologias Criativas da Universidade do Sul da California. Ainda em fase de testes, o SimSensei funciona como um psiquiatra virtual. Parte da tela é até ocupada por um avatar que atua como se fosse o doutor.

A outra metade da tela mostra as variações de movimento e expressões do paciente. Em fato, o psiquiatra do Kinect leva em considera apenas essas nuances em sua avaliação. A linguagem corporal é tomada como sintoma dos estados emocional e psíquico do usuário.

Com o andar do questionário, o psiquiatra virtual interage com o paciente com interjeições simples. O desafio dos desenvolvedores do projeto é tornar essa conversa menos maquinal possível para que o SimSensei possa ser aplicado em hospitais.

FONTE: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/pesquisadores-norte-americanos-criam-psiquiatra-virtual-no-kinect

O Google anunciou  nesta terça-feira que planeja disponibilizar seu recurso de fazer chamadas telefônicas dentro do Gmail em 38 países, incluindo o Brasil. (Atenção: Não confundir com o Google Voice.)
gmail call phones Chamadas telefônicas no Gmail chegam ao Brasil
De acordo com a empresa, as tarifas do serviço serão extremamente baixas e oferecem um meio de comunicação rápido para 150 cidades no mundo, sem precisar sair do webmail ou utilizar dispositivos adicionais.
“Para ajudar a reduzir o custo de ficar conectado, estamos também reduzindo nossas tarifas em todo o mundo”, publicou Pierre Lebeau, Gerente de Produto, no blog oficial do Gmail.
Os créditos – que funcionam em modo pré-pago – poderão ser adquiridos em quatro moedas (euros, libras esterlinas, dólares canadenses ou dólares dos EUA), tudo através do próprio Google Checkout.

Custo das chamadas

Nas chamadas feitas para o Brasil, os usuários serão cobrados em US$0,04 p/ minuto em ligações para números fixos e US$0,15 p/ minuto para números de celulares.
No caso de ligações para as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, o Gmail irá cobrar uma tarifa menor de US$0,02 p/ minuto. Em Belo Horizonte, o custo da chamada será de US$0,03 p/ minuto.
Veja tabela com todas as tarifas para o mundo.

Em implementação

O Google alertou que deverá levar alguns dias para a propagação dos novos recursos em todas as contas do Gmail:
“Estamos implantando este recurso nos próximos dias, por isso, se ele está disponível em seu país, você verá um ícone de telefone verde pequeno no topo da sua lista de bate-papo e você estará pronto para fazer chamadas”, explicou Lebeau.
Em contas do Google Apps, o administrador precisará ativar a funcionalidade:
“Se você é um usuário do Google Apps, o administrador do domínio precisa habilitar o Google Voice e Google Checkout no painel de controle, a fim de ser capaz de usar os novos recursos”, disse.


Fontehttp://googlediscovery.com/2011/08/02/chamadas-telefonicas-no-gmail-chega-ao-brasil/

 Facebook liberou nesta quarta-feira (27) sua ferramenta para ligações gratuitas entre os usuários da rede social.
A função está disponível para todos os usuários que possuem a última versão do aplicativo da rede social para Android e iOS. As chamadas telefônicas são realizadas por meio da conexão Wi-Fi ou 3G.
Para realizar uma chamada basta acessar o aplicativo de mensagens da rede social, o Facebook Messenger e selecionar o contato para o qual deseja fazer a ligação.
Ao abrir a janela para a conversa basta clicar no botão “i”, no canto superior direito da tela. Se o contato estiver disponível para a chamada e possuir a última versão do aplicativo, aparecerá a opção “Ligação Gratuita”.
Em testes informais na INFO as ligações tiveram um pequeno atraso no envio e recebimento de voz e em alguns momentos a ligação travava.
A função é bastante similar ao Skype, com a diferença que pelo app do Facebook não há o recurso de vídeochamada disponível. Esta ferramenta já estava habilitada nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.
facebook-ligacao




Uma nova versão da loja virtual da Google vazou em um vídeo postado pelo site Droid Life, que conseguiu, de alguma forma, usar o novo app para Android da Google Play, em sua versão 4.0.16. vale lembrar que os usuários do Android utilizam atualmente, a edição 3.10.14 da loja online.
Como se pode ver nas fotos e no vídeo, a loja mudou completamente sua aparência. Novas interfaces seguindo o padrão Holo, imagens maiores, novas seções para aplicativos, livros, filmes, revistas, músicas e etc. As novidades vão desde a lista de aplicativos já comprados até a pesquisa, seleção e instalação de um novo aplicativo. Porém, como aparece no vídeo, nem tudo está disponível na versão vazada, muitas coisas irão aparecer ainda.
18852-grd




Naturalmente, ainda há a possibilidade de que nada disso seja realmente oficial. Entretanto, caso as modificações sejam realmente legítimas, é de se esperar grandes mudanças na Play Store.
De qualquer maneira, a Google I/O que acontece em maio está se aproximando, e a lista de novidades que serão apresentadas, que pode incluir um novo Nexus, provavelmente acabou de ficar maior.


  • Vendas de televisores de tela plana (foto) ultrapassaram às de "TVs de tubo'' em 2010
    Vendas de televisores de tela plana (foto) ultrapassaram às de "TVs de tubo'' em 2010
É sempre difícil escolher uma televisão nova, em meio a tantas tecnologias e opções. LED, LCD, Plasma e 3D são alguns dos termos recorrentes na descrição das telas dos aparelhos, mas o que tudo isso significa? Acompanhe abaixo como funciona a resolução das imagens e o que é cada uma das tecnologias de tela.
Sinal digital
A primeira limitação que o consumidor encontrará é a presença do sinal de alta definição ou "TV digital". Se a sua cidade não dispuser de transmissão em HD (sigla inglesa para "high definition") e você não estiver a fim de gastar uma grana maior contratando um serviço de TV por assinatura em HD, não vale muito a pena dar uma turbinada tecnológica no televisor.
Agora, se o sinal de alta definição está ao seu alcance (ou ainda se você também pretende dar grande uso à TV nova assistindo a filmes em DVD ou, melhor ainda, em Blu-ray), aí é o caso de começar a pesquisar que aparelho comprar. Convém, independentemente da escolha, buscar um aparelho que já possua o conversor para os sinais HD embutido. Praticamente todos os modelos mais recentes o possuem, mas há ainda nas lojas aparelhos mais antigos que não têm. 
High definition
Antes de partir para a compra da TV, é importante entender a diferença entre a resolução que as imagens produzidas pelos aparelhos modernos podem alcançar. Há dois tipos de TV compatíveis com alta definição: as classificadas apenas como HD-Ready e as que possuem a funcionalidade Full HD (Full High Definition).
A rigor, para uma imagem ser considerada "alta definição", ela precisa ter no mínimo 720 linhas horizontais. As linhas podem ser apresentadas de forma progressiva (todas simultaneamente para cada quadro) ou entrelaçada (as linhas pares são exibidas primeiro, e as ímpares depois, formando o quadro em dois tempos), e daí vem a letra (p ou i) que costuma acompanhar o número que indica a resolução da imagem. Os formatos mais comuns para transmissões de TV são o 720p e o 1080i. Já os discos Blu-ray usam, na maior parte das vezes, a resolução-padrão máxima adotada internacionalmente, o 1080p.
Esses números, entretanto, podem não ter correspondências com a resolução da televisão. Entre as TVs HD-Ready, por exemplo, o mais comum é a tela ter 768 linhas horizontais (que não se encaixam exatamente nem nos 720, nem nos 1080). Na prática, essas TVs costumam "aceitar" (e converter para sua própria resolução) sinais 720p e 1080i. Já os 1080p só podem ser exibidos em aparelhos Full HD, cuja resolução de tela é de 1920 x 1080 pixels.
De toda forma, seja qual for o modelo escolhido, se for HD-Ready já representará um grande evolução com relação às transmissões tradicionais. A TV analógica chega a apenas 480 linhas de resolução.
E para conseguir atingir a resolução máxima, os tais 1080p, todos os elementos -- desde a produção da imagem até a visualização no televisor -- devem utilizar tecnologia em Full HD. Portanto, é necessário possuir um televisor que consiga reproduzir o sinal de altíssima definição e, em conjunto ao aparelho, é preciso que a fonte do sinal digital também tenha resolução máxima, além do conteúdo exibido ter sido produzido em Full HD.
Se você chegou até aqui, é hora de decidir pela tecnologia adotada. Conheça abaixo cada uma.
Plasma
É a tecnologia mais "antiga" de televisores "finos" de alta resolução. O nome vem do princípio de funcionamento, que usa plasma (o quarto estado da matéria, basicamente um gás em que os elétrons são dissociados dos núcleos atômicos) para produzir as imagens.
Prós: O mais óbvio é o custo. São televisores grandes e, em termos comparativos, baratos. Mas também há outras grandes vantagens, como a alta taxa de renovação da imagem da tela (chegando a 600 Hz, unidade usada para designar a frequência de atualização da imagem), que permite a visualização mais natural de movimentos, e o alto nível de brilho e contraste, em comparação com o LCD.
Contras: Os modelos de plasma consomem mais energia que todos os outros. Além disso, são as telas mais "sensíveis". Há o risco, por exemplo, de marcá-la em definitivo (o chamado efeito "burn-in") quando a imagem fica congelada durante muito tempo – algo cada vez menos comum com os modelos mais recentes. E é complicado encontrar um aparelho que seja Full HD (ou seja, que tenha a resolução máxima adotada como padrão) e não seja gigantesco (50 polegadas ou mais).
LCD
Com uso de cristal líquido, a tecnologia é a mesma dos monitores de computador, aperfeiçoada para dar maior contraste, brilho e taxa de atualização de imagem.
Prós: Além de consumir menos energia que os televisores de plasma, os televisores LCD não possuem o problema do "burn-in" e não têm limitações quanto ao tamanho da tela: é possível fabricar modelos menores (26 polegadas, por exemplo) e fazer telas de médio porte já com resolução Full HD (32 polegadas para cima). Com isso, dão mais flexibilidade de escolha ao consumidor.
Contras: Os principais pontos fracos dos LCDs são a baixa taxa de atualização da imagem e a dificuldade de imprimir maior brilho e contraste ao televisor, a despeito dos avanços em anos recentes.
LED
A "última bolacha do pacote" em termos de TV consiste basicamente numa tela LCD convencional "iluminada por trás" por LEDs (diodos de emissão de luz, na sigla inglesa). A tecnologia faz os outros televisores "finos" parecerem bem ''gordos'': os televisores LED têm espessura de cerca de 3 cm, para modelos com até 55 polegadas.
Prós: Design mais sofisticado, contraste e brilho muito melhores que os do LCD convencional e baixo consumo de energia são os grandes destaques. Tem alta taxa de renovação da imagem da tela (frequência que é expressa em Hz). 
Contras: O preço ainda é mais ''salgado'' que o das tecnologias de tela anteriores.
3D
O futuro dos televisores é a tecnologia 3D, que mostra imagens em três dimensões. São dois tipos de tecnologia disponíveis no mercado: a que exige o uso de óculos para que a imagem da tela vire 3D, existente na maioria dos televisores; e outra que dispensa o uso de óculos, mas requer que o usuário se mantenha parado diante da tela.